Frotas

POLÍTICAS CORPORATIVAS DE FROTA: DIREÇÃO DEFENSIVA E GERENCIAMENTO DE RISCOS


Decisões equivocadas em transportes podem levar sua empresa a ter prejuízo !!!

 

CUSTO DOS ACIDENTES AUTOMOTIVOS

Como selecionar um provedor de serviços ?

Sua organização pode pertencer a uma minoria muito reduzida envolvida em uma estratégia de gerenciamento de riscos automotivos. Mesmo com a difusão do conhecimento e da informação pela internet e outras mídias, a maioria das organizações estão alheias ao problema e têm dificuldade em reconhecer sua responsabilidade sobre aqueles que dirigem a serviço da empresa e a oneração dos custos que isso lhes causam. Os profissionais envolvidos com o gerenciamento de risco automotivo nas empresas são bombardeados com conselhos de ‘experts’, que na maior parte das vezes apresentam idéias e processos demasiadamente complexos, confusos e desnecessários.

Queremos ajudá-lo a tomar as decisões corretas ao selecionar um parceiro para assessorá-lo na administração de riscos da sua frota.

O que é uma Estratégia de Gerenciamento de Riscos Automotivos ?

Os requisitos básicos para uma Estratégia de Gerenciamento de Riscos são os seguintes:

1. Declaração pública de que a organização está trabalhando na redução de riscos.

2. Análise do status da frota em relação a acidentes, incidentes e suas causas.

3. Criação de identificadores para motoristas com nível elevado de riscos.

4. Implementação de treinamentos e outras intervenções para a redução dos riscos.

5. Monitoramento e registro dos resultados em sinistralidade e custos.

6. Estratégias para estimular o contínuo aprimoramento dos motoristas.

O que procurar em seu provedor de serviços:

1. Seu provedor de serviços de frota deve ser capaz de realizar uma revisão de seus serviços de frota ressaltando as áreas que necessitam de maior atenção. Muitas frotas crescem junto com a empresa ao decorrer dos anos e frequentemente os profissionais que atuam na área de gerenciamento são profissionais de dentro do quadro da empresa escolhidos por seu tempo de serviço e merito em áreas diversas. Na maioria das vezes não possuem as qualificações adequadas e a experiência técnica necessárias para uma boa gestão.

Como resultado, muitas frotas não possuem os instrumentos fundamentais para formular sua estratégia de gerenciamento de riscos de maneira adequada e funcional. O provedor de serviços de frota deve ser capaz de oferecer modelos para suas ações na corporação. Deve também estar preparado para assistí-lo na comunicação e na implementação das estratégias para os empregados de forma eficaz, seja por iniciativas impressas ou por suporte em intranets (redes internas).

2. Trabalhando com seu corretor ou seguradora (com sua anuência), seu provedor deverá ser capaz de oferecer um perfil detalhado dos acidentes e incidentes que seus motoristas estão vivenciando, uma visão clara dos custos reais desses acidentes à sua atividade e a identificação precisa de sua performance comparada a outras organizações permitindo a definição clara dos objetivos e opções para um gerenciamento de riscos acertivo. Com isso, seu provedor deve ser capaz de demonstrar os tipos de economia gerados ao se adotar parte ou a totalidade das recomendações sugeridas.

3. Para satisfazer os requisitos da norma OHSAS 1999 quanto à Política de Segurança e Saúde Ocupacional (OH&S), os gestores devem desenvolver projetos de gerenciamento de riscos para seus funcionários. A indicação é que esse gerenciamento seja definido tanto para quem trabalha dirigindo como para quem dirige para o trabalho diariamente. Seu provedor deve ser capaz de oferecer acesso aos riscos da força de trabalho pelo menos de duas maneiras: apuração in loco, com avaliações práticas e acompanhamento remoto. Os Centros de Formação de Condutores especializados no Brasil (Sest-Senat, Senai e outros organismos e universidades) se dedicam a oferecer somente alguns pacotes básicos de gerenciamento de riscos automotivos, na maioria das vezes em treinamentos presenciais formais, e muito raramente por meio eletrônico. No Brasil, nenhum desses programas de treinamento foi avaliado para testar sua eficácia em prevenir ou identificar a propensão dos motoristas a se envolverem em acidentes. Um provedor de sistemas de gerenciamento de riscos em frotas deve ser capaz de oferecer um conjunto de medidas eficazes e de ser submetido também a uma validação externa.

4. Treinamento prático de motoristas. Qualquer Instrutor brasileiro de trânsito pode definir a si mesmo como um “instrutor avançado de trânsito” ou um “especialista em frotas”. A realidade é que, entre os milhares de instrutores de condução no país, será uma avaliação otimista se falarmos em mais de umas poucas dezenas de pessoas capacitadas a oferecer esse tipo de treinamento a motoristas profissionais.

As habilidades e conhecimentos necessários para instruir e preparar profissionais são muito diferentes daquelas necessárias para instruir candidatos novatos à direção. Um mínimo de experiência deve permear a vivência do profissional especialista nesse assunto, já que não há no país a formação de tais profissionais em qualidade aceitável quando nos referimos a aulas práticas.

Países ou regiões desenvolvidas com os Estados Unidos ou a União Européia contam com Centros de Formação e certificações que realmente conferem capacitação, mas o Brasil deve ainda contar com instrutores experientes para atingir seus objetivos sem riscos maiores que a própria atividade automotiva já traz. Enquanto uma Certificação nacional de instrutores não acontece, o instrutor adequado deve ser capaz de fazer frente às altas necessidades do tráfego atual, estando sempre atualizado quanto às novidades tecnológicas e didáticas da atividade. Deve o instrutor fazer face às novidades da tecnologia automotiva e ao aumento vertiginoso do tráfego. O cliente deve observar evidências dessa capacidade nos profissionais envolvidos na atividade pelo provedor de serviços de frotas. Habilidades didáticas, psicológicas e desenvoltura nos programas devem ser facilmente identificadas por sua empresa. Tais capacidades devem ser identificadas e formar parte de um sistema de garantia de qualidade semelhante à ISO 9001:2000.

5. Seu provedor de serviços de frota deve ser capaz de oferecer informações gerenciais detalhadas para assisti-lo na decisão dos próximos passos de seu programa.

6. Seu provedor de serviços de frota deve deixar claro para você que os treinamentos práticos não são trabalhos de alta performance ou alto risco como podem parecer necessários. Haverá uma parte do pessoal treinado que demonstrará a necessidade de um trabalho mais extenso ou intervenções adicionais nesse treinamento, necessidade que seu sistema deve estar preparado para prover. Os registros de sinistros, desenvolvimento de treinamentos e os outros processos de gerenciamento de riscos permitirão identificar o nível de cada funcionário. Sua corporação deve negociar esses mecanismos com o provedor de serviços de frota dentro do projeto que vislumbre o alcance dos objetivos sem reajustes imprevistos.

Temos como exemplo a definição de recursos para veículos e pistas de treinamento e instrutores prontos para os mínimos detalhes dos eventos práticos, participando inclusive como multiplicadores à sua força de trabalho, como uma maneira de qualificar assessores e supervisores. Muito freqüentemente o pessoal de SMS da empresa age como multiplicador natural dessa consciência, no monitoramento de padrões e procedimentos seguros de trânsito dos colegas e na manutenção dos conceitos de segurança dentro da corporação.

Resumo

Ao procurar um parceiro para gerenciamento de riscos de frota ou um provedor de treinamento automotivo, leve em consideração o conjunto de todas as suas necessidades e como elas irão se desenvolver ao longo do tempo.

Selecione provedores experientes e reconhecidos no mercado e que sejam consultados sobre as questões automotivas na comunidade.

Selecione provedores que possam se adaptar à dinâmica da variação das suas necessidades.

Selecione um provedor que conheça o meio onde trabalha e a legislação envolvida.

Cheque se seu provedor está atualizado quanto às crescentes necessidades oriundas das certificações, que seu novo status de sistema atenda e desenhe procedimentos e registros eficazes.

Tente evitar contratar serviços puramente pelo preço. Provedores de gerenciamento de risco devem remunerar bem uma força de trabalho que atenderá os seus níveis de exigência. Desconfie dos preços práticados muito abaixo do valor de mercado, os profissionais experientes podem estar sendo dispensados e trocados por pessoas mais baratas e sem experiência em prejuízo da qualidade para manter-se no mercado, às custas dos objetivos de sua empresa. As necessidades de frota exigem um trabalho multidisciplinar.

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